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AB-
Como surgiu seu interesse na música e principalmente a
escolha
pela bateria?
Lufe-
Desde criança tive o desejo de ser baterista, não é algo que apareceu na
adolescência, foi vocação mesmo. Chega a ser inexplicável do porque da
escolha da bateria, é como se eu já tivesse nascido com isso dentro de mim.
AB-
Fale sobre a idéia de bateria com as musicas clássicas do
"DVD "DRUMMED ON CLASSICS".
Lufe-
Essa idéia nasceu da necessidade
em apresentar para os músicos uma idéia Nova e diferente de música
instrumental. Fazer músicas de Jazz/fuzion não seria novidade, mas,
apresentar para os músicos e para o público em geral, músicas que já estão
no subconsciente coletivo, com uma roupagem diferente, com certeza, seria
muito mais interessante e foi o que fiz.
AB-
Gosta de estar na estrada, workshops ou prefere os estúdios?
Lufe-
Prefiro mais a estrada. É nela
que tenho a oportunidade de ficar perto da moçada, de divulgar o meu
trabalho e as marcas que me patrocinam.
AB-Hoje
em dia, você ainda pratica exercícios, estuda ou prefere sentar na bateria,
apenas para ensaios
ou apresentações nos Workshop?
Lufe-
Tenho a necessidade de estudar
diariamente a bateria, porque pela complexidade das músicas do meu DVD, sem
um estudo diário, não consigo executar
as músicas.
AB-
Quais são os bateristas que admira ou influenciaram você?
Lufe-
Mike Portnoy, Neil Peart, Mike
Terrana, Thomas Lang, Jerry Mcbroom, Aquiles Priester e por aí a fora!
AB–
Tocando em um show ou gravação, já aconteceu de dar branco ou alguma gafe?
Lufe-
Com certeza. Já aconteceu de
estar tocando nos EUA e um baterista chegar para mim e falar: “lufe, só vim
aqui por causa daquela frase do final daquela música”, e quando chegar a
hora dessa frase a baqueta cair e eu não fazer a frase!
AB-
Fale sobre seus trabalhos atuais e o que está rolando para os próximos
projetos do Lufe.
Lufe-
Atualmente, estou excursionando
divulgado o meu DVD drummed on classics, mas já estou me preparando para o
Drummed on Classics vol. 2 além de fazer uma vídeo aula.
AB-
Qual seu kit de bateria?
Lufe-
É uma Gretsch/Catalina Maple nas
medidas 8”, 10”, 12”, 14”, 16”, 2 bumbos de 22”, mais 2 octabans de 6”x17” e
6” x 21”.
AB-
Agora dando aulas de bateria, o que os alunos mais procuram no seu estilo?
Lufe-
Procuram habilidade com os pés e
com as mãos, além da capacidade de executar levadas com a característica
mais progressiva.
AB-
Sua passagem pelo Oficina-G3 foi marcante para a banda e principalmente para
o público. É um exemplo para seu trabalho atual, ou você deu uma guinada
total na maneira de tocar e trabalhar em prol da bateria?
Lufe-
Como no meu DVD as músicas
clássicas tem uma ênfase maior na bateria, a sua execução é bem mais difícil
no que nas músicas que eu gravei na época do G3.
AB- Quais
as marcas que te apóiam?
Lufe-
Gretsch, Krest, Alê Bags,
baquetas Alba, Hellocases, cabos Wireconex, Attack Audio profissonal, tênis
Urbanboards, peles UNO by Evans e customização para baterias Aeroric.
AB-
Obrigado Lufe, muito mais sucesso e deixe seu recado pra galera!! Valeu e
Abração!!!
Lufe-
Agradeço a Alê Bags pelo apoio e por acreditar no meu trabalho. Para os
músicos em geral quero deixar uma mensagem de incentivo e dizer para não
desistirem, porque, na maioria das vezes o reconhecimento só aparece depois
de muito tempo de trabalho.
Confira fotos!
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